|
Gestão e Liderança |
|
Ministramos programas de treinamento para Gestores visando ao desenvolvimento de 3 de competências básicas:
Essas três competências devem estar integradas no comportamento dos Gestores para lhes garantir a liderança de suas Equipes.
Desenvolvemos opções temáticas para dar suporte ao desempenho dos gestores nestas três competências. O conteúdo programático integrando estas três competências, pode ser estabelecido em conjunto com o Cliente, levando em consideração aspectos específicos do seu contexto. Veja também outros temas disponíveis para treinamento de Gestores.
O Teatro como recurso no treinamento de Gestores O conteúdo final dos Programas de Treinamento, desenhados com o Cliente, a partir da opção temática escolhida, pode ser enriquecido com o recurso de peças teatrais, que lhes confere a dimensão vivencial necessária ao processo de construção de novas atitudes. A dramatização de temas sobre o comportamento humano nas organizações é um recurso instrucional que alcança ótimos resultados nos programas de desenvolvimento de equipes. As peças de Teatro da RF&C - A Nave â e O Legado â - já treinaram mais de 1200 gestores, em todos os níveis, Diretores, Gerentes e Supervisores, em diversas empresas. As peças retratam contextos da sociedade feudal e são representadas por atores profissionais que vivem em seus personagens, dramas, curiosamente, muito semelhantes aos das organizações modernas. O distanciamento crítico obtido por fatos historicamente remotos, enriquece sobremaneira a capacidade de questionamento dos treinandos. A produção é esmerada, com figurinos, música e artefatos de época. Os treinandos assistem a cada ato do espetáculo, trabalham em grupo sobre o seu texto e após aprofundam, em sessão plenária, suas conclusões, à luz dos conceitos ministrados. A Nave
No século XIII, um Conde, omisso em suas responsabilidades, preferia aproveitar-se dos favores da Corte a ter que se preocupar com a administração das terras que, há muito tempo, lhe tinham sido destinadas pela Coroa. No entanto, a visão e a urgência de um novo soberano, recém coroado, provoca a nomeação de um empreendedor Cavaleiro para administrar as terras em seu lugar. O desespero do Conde ao perceber que estava perdendo as terras que nunca quisera assumir, levanta questões sobre como lidar com a omissão, com o comprometimento e com a motivação, tanto na opinião da nobreza conservadora como na percepção daqueles que, inspirados pela nova visão, se empenham em mudar, permitindo uma discussão abrangente sobre a dinâmica das mudanças, em diferentes níveis das organizações. Peça em três atos. Duração aproximada 80 minutos. O Legado
No
século XIII, um Duque recebe, em troca de seu título, terras
para administrar. Por subestimar os problemas do povo e as
questões internas do
Castelo, chama um fidalgo, leal servidor de sua família, e
dá-lhe o cargo de Provedor-Mór. Imaginava, com isso, poder se
ocupar apenas com os problemas da política e do comércio, sem
se envolver com as questões internas do seu feudo. No
entanto, seu estilo autoritário o faz interferir sem cessar, no
modo como o Provedor deveria exercer suas funções. A situação do
Castelo se complica, o povo fica insatisfeito, o Duque não aceita os
maus resultados e o Provedor tenta, como ultimo recurso, a ajuda de um
Velho que possuía um texto sábio, chamado o Legado. O medo e a ameaça,
provenientes do estilo do Duque, desencadeiam acontecimentos imprevistos
para o destino do Castelo, do povo e principalmente do Provedor. Peça em
três atos. Em Breve
|